O dono que não consegue atender no serviço
Um faxineiro solo ou uma equipe residencial pequena está no serviço. O telefone ou o WhatsApp toca. Não dá para parar no meio da limpeza, então a mensagem fica sem resposta. Quando voltam, o lead já falou com outra pessoa, ou o orçamento começa tarde, espalhado em anotações e conversas, com retorno só quando alguém lembra.
Antes: ligações e mensagens perdidas durante o serviço, detalhes de orçamento e agendamento espalhados, e follow-up só quando o dono se lembra.
Depois: o lead entra no CRM com imóvel e notas, o pedido de agendamento fica para revisão, e o retorno segue pelos canais disponíveis (e-mail; SMS e WhatsApp no Profissional), com o copiloto ajudando a priorizar o que precisa de atenção no dia.
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A equipe que cresce sem uma agenda única
Uma equipe de quatro a oito pessoas marca serviços por texto, e-mail e grupos. Ninguém tem um lugar que mostre quem está livre, qual imóvel está previsto ou se dois serviços se sobrepõem. Remarcações de última hora viram rotina.
Antes: agendamentos vivem em caixas de entrada e chats pessoais; a atribuição da equipe é verbal ou improvisada; conflitos só aparecem quando alguém chega no horário ou endereço errado.
Depois: os pedidos entram em uma agenda compartilhada com atribuição de equipe, serviços recorrentes e alertas de conflito antes da semana começar, para o calendário ficar visível para quem precisa.
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Quem cobra fatura atrasada depois do expediente
Os serviços estão feitos, mas o pagamento ainda depende de lembrar quem foi cobrado, achar um PDF e mandar outro e-mail ou mensagem à noite. Saldos em atraso ficam parados até alguém ter tempo de cobrar na mão.
Antes: faturas separadas do registro do serviço, cobrança manual e follow-up de atrasados como lista pessoal, não como processo.
Depois: no Profissional, a fatura nasce do serviço concluído, o link Pix/cartão sai após a ativação, e o acompanhamento da cobrança fica ligado ao trabalho que foi entregue.
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